quinta-feira, 28 de julho de 2011

Adjetivo: Eu e Outro

Sinto falta de ti e de mim fico enjoada.
as minhas mermices, são as mesmas
você, você E você!
H: 15:09/ D: 27/07/2011
Ethienne Peixoto

terça-feira, 19 de julho de 2011

Emaranhado dos 5 primários: Raiva

Um triste Domingo

E fiquei sem os membros, pois eles se açoitaram.
E o coração se abalou , fez com que as moléculas se agitassem e saíssem pelo canal das lágrimas.
Todo o mundo ruiu.
 E o  que estava em minhas mãos, simplismente desapareceu. 



H: 20:22   D: 19/07/2011
Ethienne Peixoto        

terça-feira, 5 de julho de 2011

Emaranhado dos 5 primários: Tristeza


Desencanto

E assim foi... E o amor que era antes já não existe mais... Tuas falas e seu sorriso já não me encantam, depois de tua tão falsa mentira.

H: 13h28min D: 05/07/2011
Ethienne Peixoto

Miséria do Homem: Confiança


Lacônico desabafo

Quando éramos assim tão juntas.
Era tão Bom.
Diziam que éramos feito carne e unha.
Onde uma estava à outra se encontrava igualmente.
Mais ai você foi sumindo, arrumando outros amigos.
A minha culpa foi arrumar também outros amigos e te perder para a o mundo.
Mas ainda sim nos encontrávamos na mesma botoeira.
E eu, ainda confiava em você, sei que não era como antes, pois a carne estava se desprendendo da unha depois do primeiro desabotoar, porém ainda te entendia e inventava mil e uma desculpas para o que me fez.
Só que ontem meu coração doeu. Cheguei a pensar que estava ficando louca uma histeria invadiu-me. Diversas coisas passaram por minha cabeça. Você me magoo eternamente.
Praticou a mesma tolice outra vez. E o juramento que fizemos? Não valeu de nada então.
Quando te foi pedido que confessasse você mentiu.  Por quê?
Esperou o sinal do altíssimo para confessar, e mesmo assim não confessou, precisou ser açoitada, envergonhada.
 Peço-te perdão por não ter feito nada. Peço-te perdão por ficar só olhando. Peço-te perdão por já não ser mais a mesma. Porém meus sentimentos estavam confusos não consegui pensar no seu sofrimento.
Hoje, infelizmente a Carne se desfez da unha, não consigo mais confiar, nem mesmo posso novamente perdoa-la, vai ter que ser assim.
Peço-te apenas perdão por nossa fraternidade ter ficado assim tão frágil.
H: 13h18min D: 05/07/2011
Ethienne Peixoto

domingo, 3 de julho de 2011

Júbilo: Família


Ser diferente é Ecoa.

Estamos a poucos minutos de um parto, um parto em conjunto que se torna individual, a cada membro que chega.
Estava assim, tudo tão quieto, com ruídos mínimos um Black out geral.  Escutava-se apenas a respiração bem fraquinha de longe.
Dá-se então um grande clarão, não enxergar-se quase nada, ouve-se a voz pequena, mas com uma intensidade tremenda, a respiração então começa a aumentar e fica mais forte a cada minuto, tudo respira, o ventre se move e se deixa mover.
Há uma pausa.
Um berro assusta aqueles que diziam que não ia dar certo.
O útero então expeliu, colocou para fora o tão desejado feto.
Um ser múltiplo acabara de nascer.
O recém-nascido ganha então o seu nome de batismo: Equipe cultural olhos abertos.
Ecoa.
Mas é diferente. A variedade em seu quase corpo e enorme. É Multicultural.
O tempo passa, Ecoa, começa dizer suas primeiras palavras, dar seus primeiros passos. Há madeira com pregos, por vezes concreto, mas qualquer lugar que o ser pisa, brilha, como se fosse luz, como se a luz estivesse em seu peito.
Pessoas começam a se agregar, procuram nele conhecimento, reconhecimento, amizade, compreensão, tentam buscar uma identidade. E por muitas vezes procuram um novo começo.
A Mediação semiótica ocorre. Sociogênese.
Ecoa agora ganha uma voz maior, não fala só para quem esta ao seu lado, mas fala para aquele que está na sua frente, atrás e não se esquece daquele que está longe, em outro estado. Em outro País.
Os dias passam, cresce ganha mais um ano de vida e cresce.
A cada estrada que passa deixa sua marca.
Dá-se início a nova nação de ecoanos, que ecoam uma só voz e gritam:
A arte ainda se mostra primeiro.
Puxa-se o ar que respiramos naquele ambiente naquele dia, três vezes, a energia se concentra na garganta e nós braços.
Outro berro, agora da gigante família, assusta os que outrora diziam que não iria dar certo.  
Rá.
Como se fosse chuva o barulho das palmas, invadem o lugar e sorrisos, contagiam novos sorrisos.
E a diferença se faz.
  H: 01h00min 03/07/2011
Ethienne Peixoto
Feliz aniversário Ecoa!!!!