sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Conversas.

Do(i)s  Vivos




Na face, ela já não mostra mais o teu sinal verde.
A prosa é sobre conhecer um ao outro.
Frases sobre: Memórias fotográficas, botoeira e junho de moço.
A madrugada torna-se quase dia, no entanto, a alvorada ainda não busca a saudade de tato quente de n’amor a dor em apenas de sentir falta.
As moças de maças distintas pensam em suas metades e da falta que ambos fazem.
Porem há comungues diferentes sobre a palavra que somente na pátria em que vivem tem um valor e um significado.
Enquanto aquela de pupilas cor de céu não gosta muito, a menina de escritos entende a tal palavra saudades como boa e ruim.
E gosta, diz ela:
- Porque é bom quando vemos a pessoa depois de tanto tempo e a agarramos até todo o ar se passar e se tornar conforto.
E não gosta, diz ela:
- Porque o peito aperta tanto que o ar fica preso e causa desconforto.
E no fim da palestra não se tem uma certeza sobre a aceitação do que foi referido, mas, se tem a satisfação por parte dos seres, e a afirmativa daquela que possui cachos loiros dizendo:
- Adorei essa sua frase.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

ROMA espelhado.



Do Aurélio ao Amor de domingo.


Aurélio és um Adônis,
 adjudicador de um amor que cresce adunco que aduz um adminiculo em meu sorriso bobo, adocica minhas manhãs de domingo 
e acaba por adornar meus lábios adiposos que se põem à adusta.

Adjetivo

                    Flâner- Palavras que batem e saem



Unhas verdes com café e leite de babosa. Todos os lados são opostos à alma e a vida foge ao nexo, do abismo e do ilusionismo falso que é utópico. Todo sentimento carnal e emocional da unha vermelha com apelido de amora e canela faz com que o amor traduza todo o perfeccionismo e falso idealismo da música que fala de nós dois, em dois passos entre luzes e ambiguidade de ruas e estradas negras banhadas pela lua cheia e repleta de adventos fantásticos, com cheiro de morango e cor de limão.