O Vencedor
O vento forte a tempestade o mar amante Amarante, faz com que meus dois barcos se afastem, agora só vejo a água sorridente transbordando sobre minha linda brincadeira de ser feliz. Sou um cara estranho e só tenho neste momento lágrimas sofridas... Ahhh meu barco finalmente desaguou, me sinto um velho e ao mesmo tempo um moço... Este calor todo e essa roupa que eu não consigo tirar... Consigo descer?... Ai! Obrigada senhor, nasci de novo...Este é o meu primeiro andar, às únicas coisas que sobrou foi está flor que a morena me deu no fim do Carnaval, em Paquetá .Ahhh! Nós dois éramos um par, Anna Júlia era seu nome, esse foi meu último romance. Antes dela tinha outra, não lembro o nome, acho que era Aline, mas lembro de quando ela me pediu pra levar uma foto pra Iaiá (uma amiga nossa em comum), tá bom dei uns beijinhos nela eu confesso, porém ela era um pouco sentimental e quis me dar condições pra ficar com ela; Veio com um assunto de “ veja bem meu bem” com aquelas conversas de botas batidas sobre seu pai, vi que não iria dar certo...Deixei ela já era verão.
Relembrando o tempo passado já não me acho no futuro, pois perdido aqui neste deserto só vejo areia além do que se vê só há areia. Não consigo mais me segurar. Deus, adeus você! Ou então me mostra de onde vem à calma... Mas o que é aquilo. Uma casa pré-fabricada? Ai, os meus olhos, não enxergo mais nada, tenha dó Deus me mostra alguma coisa.....Um camelo, nossa um camelo. Deus um camelo ,um camelo de barbas ( estou viciado, deixa estar )
Isso não pode estar acontecendo. “Quem sabe?” e essa roupa tão quente e com bolinhas...
[Susto] pronto já fiz minha descoberta... kkk...mijei na cama e o ar condicionado desligou , por isso me senti como Pierrot...pois é.
H: 01h35min 02/03/2011
viciada em L.H/Quarto
Ethienne Peixoto
Nenhum comentário:
Postar um comentário