sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Conversas.

Do(i)s  Vivos




Na face, ela já não mostra mais o teu sinal verde.
A prosa é sobre conhecer um ao outro.
Frases sobre: Memórias fotográficas, botoeira e junho de moço.
A madrugada torna-se quase dia, no entanto, a alvorada ainda não busca a saudade de tato quente de n’amor a dor em apenas de sentir falta.
As moças de maças distintas pensam em suas metades e da falta que ambos fazem.
Porem há comungues diferentes sobre a palavra que somente na pátria em que vivem tem um valor e um significado.
Enquanto aquela de pupilas cor de céu não gosta muito, a menina de escritos entende a tal palavra saudades como boa e ruim.
E gosta, diz ela:
- Porque é bom quando vemos a pessoa depois de tanto tempo e a agarramos até todo o ar se passar e se tornar conforto.
E não gosta, diz ela:
- Porque o peito aperta tanto que o ar fica preso e causa desconforto.
E no fim da palestra não se tem uma certeza sobre a aceitação do que foi referido, mas, se tem a satisfação por parte dos seres, e a afirmativa daquela que possui cachos loiros dizendo:
- Adorei essa sua frase.

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