
No
ponto, a ponta e não desaponta.
O
toque torna-se endógeno
De
não delinquir, há digitais em todo entorno.
Surpreende-se
a cada descoberta imatura
Aos
poucos se torna teso, um alarmante prazer.
Tons
de uma só voz se fazem ouvir, e esse, mistura-se com a chuva.
O
pecado é real.
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