Por fim (na noite)
Quando se sente coragem de suar e
som?Quando se envergonhar depois do
feito?Quando se sorrir depois de Drinks.Na magia da noite de festa, o
xadrez e o branco já se misturaram, não deu pra segurar.
Depois de tanta insistência do
um, e por conta de dois quereres, se tocam e se sentem.O amanhecer já tem dono, a vergonha.
Não há palavras, apenas olhares de desentendimento e suplica para que se
mantivesse segredo.Um, na cabeça se dá em confusões,
já para o outro, tudo é claro, tem entendimento de que estava matando a
vontade, a vontade de experimentar
o ser.
O segundo dia se vai, flashes
daquela noite de festas o atormentam, faz derramar lagrimas silenciosa no
travesseiro do beliche; Confusões, incertezas, dúvidas.Aos poucos ás coisas se tornam
mais simples, a dor mais leve e a desconfiança pequena.
Por fim ás fitas já começam a
parecer novamente, mas, não há festas.O pensamento deixa de ser
ilusório, aconteceu, experimentou,
cedeu...Por fim, se deu conta que também
havia gostado da experiência, mas, não queria repeti-la.Por fim, se deu na mesma amizade.Por fim, percebeu que não teve
tanta importância e concluiu que aquilo tudo que vivera era só o momento, um
momento de êxtase e diversão.
Ethienne Peixoto
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