A Gentileza da vida.
A moça não se casou, mas,
conseguiu ter uma boa qualidade de vida.
Entretanto a moça ainda não era feliz, sabia que faltara alguma coisa, alguém em sua vida alguém de mãos pequenas e coração puro.
Certo dia ela teve um estalo:
- Um filho, um lindo garotinho é o que eu preciso. Preciso de um rapazinho pra mim.
Daí então ela toda esperançosa, foi até o orfanato e lá se apaixonou, por um mocinho de pele reluzente e olhos brilhantes. Daquele dia em diante ela passara a ir aos fins de semana no orfanato e sempre ganhava um abraço do pequeno que lhe agarrava a nuca quando ela o beijava o rosto com tom de despedida.
Com o tempo passando, as visitas agora era do pequeno rapaz que já chamava a moça de mãe, de minha querida mamãe.
O amor durante aqueles longos dois anos cresceu rapidamente e a vontade de os dois se terem também.
Até que um dia aconteceu, a hora havia chegado estava a moça diante do juiz e o juiz diante da moça, e a moça e teus pensamentos nos olhos do pequeno João. João que após a sentença ganharia o nome de João Luí Silva.
Aqueles longos minutos de perguntas e respostas deixava tudo tão longe e foi assim que foi, tudo tão longe.
A alegria deixava de se ser, a felicidade se esvaia e aqueles olhos brilhantes sumiam o toque na nuca deixava de ser despedida. Agora tudo crescera e se misturava tudo, tudo.
Com a resposta do juiz a moça bela derramava lagrimas e suas mãos se juntavam e chegavam ao peito e chegava a vista que escurecia com o fechar das pálpebras.
Transformou, juntou, engrandeceu. O momento agora era êxtase, os sentimentos ultrapassavam os níveis mais altos, a felicidade já é amor, os olhos já eram como a luz do sol, como luz forte do sol. O toque já não era toque, era abraço, abraço forte de sempre, não de partida.
João naquele mesmo dia tornava-se João Luí, o filho da moça que agora já era mãe moça de Luí.
O menino que com sete anos fora adotado por aquela que chamava de flor amor agora chora, chora ao lado dos três filhos. Chora a partida, chora a despedida, chora aquela outrora alegria, dos abraços, dos esforços, dos puxões de orelhas da mãe, mãe que lhe deu a vida que concedeu tudo o que ele queria... AMOR.
João agora é pai, pai de três lindas crianças a qual duas foram adotadas.
João agora é homem, homem gentil, homem fiel de caráter exemplar, homem que luta que vive que respeita a vida e a vive da maneira mais bela como aprendeu... Amando.
(feito por mim certo dia) 2012 (ECP)Ethienne Peixoto
Entretanto a moça ainda não era feliz, sabia que faltara alguma coisa, alguém em sua vida alguém de mãos pequenas e coração puro.
Certo dia ela teve um estalo:
- Um filho, um lindo garotinho é o que eu preciso. Preciso de um rapazinho pra mim.
Daí então ela toda esperançosa, foi até o orfanato e lá se apaixonou, por um mocinho de pele reluzente e olhos brilhantes. Daquele dia em diante ela passara a ir aos fins de semana no orfanato e sempre ganhava um abraço do pequeno que lhe agarrava a nuca quando ela o beijava o rosto com tom de despedida.
Com o tempo passando, as visitas agora era do pequeno rapaz que já chamava a moça de mãe, de minha querida mamãe.
O amor durante aqueles longos dois anos cresceu rapidamente e a vontade de os dois se terem também.
Até que um dia aconteceu, a hora havia chegado estava a moça diante do juiz e o juiz diante da moça, e a moça e teus pensamentos nos olhos do pequeno João. João que após a sentença ganharia o nome de João Luí Silva.
Aqueles longos minutos de perguntas e respostas deixava tudo tão longe e foi assim que foi, tudo tão longe.
A alegria deixava de se ser, a felicidade se esvaia e aqueles olhos brilhantes sumiam o toque na nuca deixava de ser despedida. Agora tudo crescera e se misturava tudo, tudo.
Com a resposta do juiz a moça bela derramava lagrimas e suas mãos se juntavam e chegavam ao peito e chegava a vista que escurecia com o fechar das pálpebras.
Transformou, juntou, engrandeceu. O momento agora era êxtase, os sentimentos ultrapassavam os níveis mais altos, a felicidade já é amor, os olhos já eram como a luz do sol, como luz forte do sol. O toque já não era toque, era abraço, abraço forte de sempre, não de partida.
João naquele mesmo dia tornava-se João Luí, o filho da moça que agora já era mãe moça de Luí.
O menino que com sete anos fora adotado por aquela que chamava de flor amor agora chora, chora ao lado dos três filhos. Chora a partida, chora a despedida, chora aquela outrora alegria, dos abraços, dos esforços, dos puxões de orelhas da mãe, mãe que lhe deu a vida que concedeu tudo o que ele queria... AMOR.
João agora é pai, pai de três lindas crianças a qual duas foram adotadas.
João agora é homem, homem gentil, homem fiel de caráter exemplar, homem que luta que vive que respeita a vida e a vive da maneira mais bela como aprendeu... Amando.
(feito por mim certo dia) 2012 (ECP)Ethienne Peixoto
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